carrego comigo no peito, infinidades. sou refém da própria imensidão. residente perdido na própria casa.
(via versificar)
canceriana. introvertida por opção. 25.
222.
carrego comigo no peito, infinidades. sou refém da própria imensidão. residente perdido na própria casa.
(via versificar)
Você merece ser bem tratado, principalmente naqueles dias em que sua alma dói e você não quer existir.
(via desonestos)
não sei vocês, mas não aceito mais a ideia de que “o tempo cura tudo” ou “as coisas se ajeitam com o tempo”. para mim o máximo que o tempo pode fazer é tirar aquilo de evidência e esconder em algum lugar dentro da gente. não deveríamos contar apenas com o tempo, afinal se surge uma rachadura em algum lugar você não deixa o tempo cuidar e pronto. a rachadura não vai sumir. na verdade pode até aumentar enquanto escolhemos ignorá-la. acontece o mesmo com as tristezas, dores e traumas. se você deixa apenas por conta do tempo e não as trabalha, não se cuida, não faz nada para se curar, essas coisas vão continuar ali, escondidas em algum lugar, acumulando e acumulando. e um dia você não aguenta, chora em qualquer lugar aparentemente por nada. nada?
então escute-se, o tempo é importante e necessário sim, mas ele sozinho não cura nada.
(via poecitas)
a coisa em si não nos destrói tanto quanto o medo que nós temos dessa coisa nos destruir.
atlantis.
(Source: atlantisxxi, via poecitas)
Uma alma tão barulhenta quanto a minha e, ironicamente, a única capaz de compreender os meus silêncios.
Lampejos sobre você.
(via desonestos)